sábado, 4 de outubro de 2014

Texto da aluna Gabriela Hubbert, aluna da Escola Senhor dos Caminhos


DEMOCRACIA
Segundo Bobbio, a democracia é um método para colher decisões coletivas e só pode haver um grupo democrático quando todos podem e têm direito de participar direta ou indiretamente e então a decisão da maioria prevalece. Quando pensamos na democracia atual vemos que a grosso modo isso é posto em pratica em restritos momentos e instituições.
Na prática brasileira, o povo detém o poder de voto porém esse voto é vendido ou diversas vezes não se tem em quem votar pelo fato da corrupção ter se tornada tão corriqueira, candidatos honestos se passam despercebidos em meio ao caos da política nacional e então surge a pergunta: de que vale o voto se não conseguimos ser representados por pessoas que defendam, acima de tudo, os direitos do povo?
A democracia que é defendida na Constituição não é a exercida em empresas, escolas, até mesmo nas casas e por isso a real democracia não tornou-se social. De uma forma mais abrangente as decisões tomadas no mundo são realizadas por organizações constituídas de uma minoria que não é eleita pela sociedade, isso acontece por exemplo no FMI, ONU e etc. 
Tal falta de democracia se passa muitas vezes despercebida pois TORNOU-SE comum, os detentores do capital são os que na verdade possuem o poder no mundo capitalista e então resta ao povo acatar decisões sem o poder de opinar e sem chance de impor suas vontades e necessidades.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Texto sobre democracia da aluna Jéssica Favretto, da turma 303, da Escola Senhor dos Caminhos

            Democracia
            A palavra democracia pode assustar-nos quando nos depararmos com a mesma, mas esta acoberta o verdadeiro significado destinado ao povo, à população. A democracia é um conjunto de princípios e práticas que protegem a liberdade humana. Embora esta se baseie nos direitos individuais, exigindo o respeito a maioria, todas as democracias entendem que deve-se respeito à liberdade de expressão. Infelizmente, não vivemos em um mundo onde esta se faz presente, pois ao observarmos fábricas, indústrias, lugares aonde o trabalho vem a ser exercido por mais de uma pessoa, as decisões sempre serão tomadas por um indivíduo, fazendo assim, que todos acatem seus pedidos.

            Os partidos precisam ser comunitários para se articularem como democráticos, mas não é isso que acontece em nosso país. Apesar da grande dificuldade de cultivar o um conjunto de interesses, a democracia partidária divide-se, ficando muito escassa e limitada, por representar apenas um grupo de interesse. Esses fatos acontecem porque em um grupo, os diferentes partidos ficam separados e assim, fazem suas escolhas sem a consulta dos demais pela falta de agremiação. 

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Texto sobre democracia, da aluna Mirian Elisa Dallagnol, da turma 302, da Escola Senhor dos Caminhos

Nome: Mirian Elisa Dallagnol                                                                      Turma: 301

            A democracia é uma definição muito antiga que caracteriza um governo com participação do povo. Desde a Antiguidade, em Atenas, os restritos cidadãos se reuniam para decidir o futuro da polis. Com o tempo houveram modificações na aplicação da democracia, porém o governo do povo e pelo povo permaneceu. Infelizmente, o que se vê hoje em dia é que a prática democrática difere muito de sua atraente teoria.
            Apesar de grandes avanços no sistema educacional e nas relações familiares, desde cedo somos inseridos em ambientes onde as regras e ordens ditadas devem ser acatadas. Crescemos e somos ensinados em escola com arquitetura carcerária, adotadas ainda na Ditadura Militar e somos convencidos de que temos o poder nas mãos, sendo que vivemos em uma sociedade em que poucos governam. Mesmo que tenhamos o direito de votar, por trás de nossa política há um controle que ainda segue o sensitarismo da República Velha: os mais ricos são detentores do poder.
            Em consequência disso, percebe-se cada vez mais o povo sem o poder que lhe é de direito. Muitas das decisões são tomadas sem nem o conhecimento da população, o que evidencia a desvalorização da opinião dos principais agentes da democracia. Além disso, quando é dada ao povo a possibilidade de expressar seus interesses, por muitas vezes ele acaba por ser influenciado. Na Primeira República era utilizado o “voto de cabresto” para controlar as pessoas, hoje, o cabresto passa a ser a compra de votos e as promessas não cumpridas.

            Dado o exposto, é nítido que a “pseudodemocracia” que vivemos em nosso cotidiano deve ser modificada. É importante que as pessoas conheçam o principal objetivo da democracia e exijam seus direitos. Além disso, modificações que comecem no nosso dia-a-dia como, por exemplo, ouvir opiniões e seguir o interesse da maioria também representam medidas democráticas significativas.

domingo, 28 de setembro de 2014

Texto da aluna Deisi Rech, da turma 302, da Escola Senhor dos Caminhos

            Democracia

            Atualmente vivemos em um mundo denominado democrático. O termo deriva de governo do povo, para o povo e pelo povo, ou seja, tomar decisões coletivas que propiciem a melhoria de diversos aspectos.
            Todos devem participar direta ou indiretamente destas decisões, as mesmas sempre são vencidas pela maioria. Sobre isso uma pergunta paira no ar: todas as entidades, fábricas e escolas são democráticas? Inúmeras vezes em que as decisões são centralizadas nas mãos dos donos dos meios de produção, salvo em algumas exceções, com a participação da classe trabalhadora. Mas em qualquer prática democrática deve se respeitar a finalidade principal das instituições.
            Os partidos políticos, são exemplo nato de que hoje em dia a democracia não prevalece, pois os mesmos se restringem aos interesses de um seleto grupo de pessoas com a finalidade de elitizar o mesmo limitando diversos fatores que favorecem uma sociedade democrática. Historicamente a democracia não existia, a forma de governo era a sucessão, hoje em dia temos o poder de escolha em nossas mãos, mas inúmeras vezes as pessoas deixam isso de lado e após apenas reclamam do governo e se restringem a algumas ações.

            Em suma vale destacar que a democracia se faz presente no dia-a-dia, na interação das pessoas de forma sensata, íntegra e igualitária promovendo assim direitos e deveres.

sábado, 27 de setembro de 2014

Texto do aluno Alessandro Sangali, da turma 201, da Escola Senhor dos Caminhos sobre Justiça

Justiça

O objetivo central da justiça é ser moralmente correta, porém, a linha entre a moralidade e a imoralidade é tênue de mais, pois tudo depende dos costumes da cultura, por exemplo, em regiões do Oriente Médio, para muçulmanos é comum e moralmente correto apedrejar mulheres que cometem adultério, pois seu livro sagrado manda, já aqui, isso se torna totalmente fora de cogitação em termos morais.
A fronteira entre moral e imoral funciona como uma esteira, o que no passado era considerado moral, hoje em dia não é correto, não é considerado justo, e outras coisas ainda não mudaram, ou seja, o senso se justiça muda junto com a moralidade de cada cultura.
As formas de punição para quem infringe a justiça também mudam, no passado era muito recorrente o uso de tortura como forma de punição, apesar de que isso ainda existe. Hoje em dia existem os direitos humanos que tornam esse tipo de punição injusta com quem infringe as leis. Até onde existe pena de morte por injeção letal o condenado precisa ter toda a higiene necessária para receber a injeção. Nos EUA, o condenado a pena de morte, em alguns estados pode escolher se prefere morrer por fuzilamento, asfixia na câmara de gás, enforcamento, eletrocussão ou pela injeção letal, que é mais comum. Já em lugares menos desenvolvidos, as penas tendem a serem mais brutas, com métodos de execução mais rudimentares, como decapitações.
Muito se fala em justiça divina, por exemplo, na mitologia cristã, empiricamente falando, se diz que a justiça do homem é falha, mas a de deus não, então, se um serial killer que passou a vida matando e estuprando se converter a uma divindade, ele irá conseguir passar o resto da vida no tão desejado paraíso, algumas outras religiões fazem as pessoas se matarem (homens-bomba) para ir para um paraíso com 72 virgens, que é o caso da religião islâmica. Nenhuma pessoa moralmente séria falaria que esse tipo de justiça é justa, isso é um bom jeito de alienar, mas como justiça, não faz sentido algum, mesmo assim, existem pessoas que acham isso justa, parafraseando Sam Harris, a religião faz com que pessoas sãs e descentes façam aos milhões, o que somente um lunático faria por si mesmo.

Alguns preferem a justiça com as próprias mãos, outros deixam o poder  judicial cuidar disso e outras ainda esperam a justiça divina, de qualquer forma, o senso de justiça não é único para todos, a justiça pode ser considerada geográfica, pois, cada região tem sua particularidade em termos de moral e esse senso vai mudando com o tempo e a justiça nunca fica estacionada em um local só.

Texto da aluna Larissa Rech, da turma 202, da Escola Senhor dos Caminhos, sobre Justiça

Justiça
Larissa Rech- nº: 25
      O termo “Justiça” é muito utilizado nos dias de hoje, pois o homem esta ciente que deve ser justo para estar com sua consciência tranquila, mas nem todos são assim.
Para Platão quem sabe o justo, age justamente. Quando você vê uma pessoa sendo acusada injustamente por um crime que não cometeu, por exemplo de ter roubado um pacote de salgadinho em um supermercado e você sabe que quem roubou de verdade foi seu próprio filho. Por ter senso de justiça você não consegue ficar tranquilo até conseguir inocenta-la.
      No pensamento filosófico se discute que a justiça nem sempre é igual às leis. Vimos isso no nosso dia a dia, nas manchetes dos telejornais, em que pessoas que deveriam ficar presas permanentemente por crimes estão soltas e são perigos para a sociedade, por terem dinheiro podem pagar um excelente advogado, fiança e são liberadas.      Respondem o processo em liberdade, podem continuar praticando seus crimes, matando pessoas, desviando dinheiro publico e, por vezes, não são punidos. Após serem soltos vivem na maior mordomia, com o dinheiro que desviaram do povo, e neste caso pergunto a justiça é igual às leis?
      Como relatei no segundo paragrafo, justo é ver algo errado acontecendo e fazer o máximo para consertar, jamais deixar que uma pessoa seja acusada injustamente, assim você terá sua consciência tranquila.
      E quanto às leis? Nem sempre são justas por que os advogados dos acusados conseguem encontrar brechas na constituição, a qual dá possibilidades de entrarem com pedido de Habeas Corpus para liberarem seu cliente, que deveria ser punido, não liberado.

      Neste caso a lei foi injusta deixando impune o meliante. 

Texto da aluna Gabriela Zanatta, da turma 102, da Escola Senhor dos Caminhos

O ser humano O ser humano, desde sua existência vem evoluindo cada vez mais. Sua existência para o mundo é de total importância, mas como o ser humano tem o poder de inovar, criar, de fazer remédios para salvar a vida das pessoas também tem o poder de destruir criando bombas atômicas, vírus que infectam a população e muitas vezes até mesmo com as palavras, pois como diz o ditado: a língua não possui ossos, mas fere mais que uma espada. O ser humano é um ser racional o que nos diferencia dos animais, pois nós seres humanos temos o dom de comunicar-se. Já dizia Aristóteles: ‘’ Se comunicamos com pessoas iguais a nós, então compartilhamos a vida, logo, somos políticos ‘’. Também nós como seres humanos devemos desenvolver a capacidade de pensar, mas não pensar somente para si mesmo e sim numa forma ampla, pois muito se vê a cada dia que passa o ser humano se torna um indivíduo frio e egoísta não se preocupando com as pessoas e com o mundo lá fora. ‘’ Conquistamos o entendimento da palavra quando nós mesmos pensamos. Para que tal ensaio aconteça, devemos estar preparados a aprender a pensar. ’’ (Martin Heidegger), ou seja, com isto devemos pensar e refletir sobre nossas atitudes e incumbir atitudes simples no nosso dia-a-dia como ajudar o próximo com uma palavra amiga e até mesmo se preocupar com o mundo em que vivemos