http://colunas.revistaepoca.globo.com/planeta/tag/alimentos/
http://geografianovest.blogspot.com.br/2008/12/alimentos-e-hora-das-hidrovias.html
sexta-feira, 27 de junho de 2014
História da Alimentação
https://www.youtube.com/watch?v=mnk6mMXYX4Y
https://www.youtube.com/watch?v=Pz5H2cLx6XA
https://www.youtube.com/watch?v=f7S9Z2Jvd1E
https://www.youtube.com/watch?v=yYpabbXYJXM
https://www.youtube.com/watch?v=52z5HjK_d_Y
https://www.youtube.com/watch?v=lsWGm7Hcw2c
https://www.youtube.com/watch?v=yw8Heu2flVQ
https://www.youtube.com/watch?v=Pz5H2cLx6XA
https://www.youtube.com/watch?v=f7S9Z2Jvd1E
https://www.youtube.com/watch?v=yYpabbXYJXM
https://www.youtube.com/watch?v=52z5HjK_d_Y
https://www.youtube.com/watch?v=lsWGm7Hcw2c
https://www.youtube.com/watch?v=yw8Heu2flVQ
quinta-feira, 26 de junho de 2014
Por Gabriela Hubert, da 301.
GABRIELA
EPP HUBERT 301
Análise sobre o filme: "O preço do Amanhã"
Hoje em dia corremos contra o tempo,
contra a idade, contra suas marcas e suas conseqüências, porém no filme, mostra
bem como seria se nosso dinheiro fosse tempo. E tempo é
dinheiro como dizem… no fundo é uma meia verdade.
Pessoas com mais tempo (dinheiro/poder no
nosso mundo), desfrutando de uma vida regada de prazeres e luxo, onde do outro
lado do mundo pessoas morrem por falta de tempo (falta de educação, infraestrutura,
saúde, lazer e, porque não, uma vida digna). Esta é a realidade tratada no
filme O Preço do Amanha.
Trazendo para uma visão real e atual,
se o tempo é o mesmo para todos os seres humanos, o que de fato muda e faz toda
diferença é o valor deste tempo para cada um de nós. O que faremos com cada
minuto disponível, entendendo que ele é único, entendendo que, sim, num prazo
indeterminado, ele pode se esgotar. Tempo para trabalhar, para produzir, para
prosperar, mas, será este realmente o nosso tempo mais valioso?
Família, conversa entre amigos, ajudar um
filho a aprender a ler, estar presente de alma enquanto eles se desenvolvem
deveria ser muito mais valioso. Não dar valor ao que realmente importa
torna-nos egoístas e insensíveis, é preciso tomar cuidado com isso. O tempo não se compra e não se vende, mas é tão importante como a vida.
Portanto, tempo deve ser aproveitado de maneira sábia.
quarta-feira, 25 de junho de 2014
Dedicação ao meu amor!
Dedico ao meu amor, Graziele Portella
Amar-te é tão fácil,
encanta-me tua ternura,
acalma-me teu sorriso,
orienta-me tua doçura.
Tua coragem me estimula,
teu carinho me rejuvenesce,
tua simplicidade, beleza acumula,
teus beijos, minha alma aquece.
Como música, tua voz soa,
sem a qual a vida erro seria,
com teu respiro, meu coração voa,
tu és a minha alegria!
segunda-feira, 23 de junho de 2014
Por Lenise Argenta, turma 301
Nome: Lenise Argenta. Nº:22 Turma: 301. Data: 11/06/2014.
Trabalho
de filosofia sobre o filme: “O preço do amanhã”.
1)Faça
uma relação entre a concepção de “tempo” e a de “dinheiro” em nossa sociedade.
No filme eles usavam o
tempo como nós usamos o dinheiro em nossa sociedade. Necessitamos do dinheiro
para sobreviver em nosso meio, pois sem ele não conseguimos obter nada, por
exemplo: nós precisamos de dinheiro para pegar um ônibus para ir até o trabalho,
e no filme as pessoas tinham de pagar certa quantia de tempo para poder chegar
até o local desejado. Nós ganhamos um determinado salário no fim de cada mês
para que possamos quitar nossas dívidas, já eles, ganhavam certa quantia de
tempo, para poder permanecer vivo.
2)Sobre
a verdade revelada sobre o tempo a Will Sallas:
-Porque
o custo de vida sobre o dia todo?
O custo de vida do dia todo
aumenta gradativamente, pois só consegue se manter vivo quem contém mais tempo
de vida, fazendo com que os pobres que trabalham para ganhar como “salário”
mais tempo, morram por falta do mesmo.
-Porque
existem as zonas de “tempo”?
Para dividir a cidade;
manter o pobre longe do rico e impedir qualquer tentativa de aproximação, pois
é cobrada uma taxa muito alta de tempo para passar da zona pobre para a zona
rica, prevalecendo sempre que somente com muito tempo de vida, uma pessoa
consegue passar para a zona rica.
-Para
alguns serem imortais, muitos tem que morrer. Comente que relação tem com nossa
sociedade.
No filme, a taxa que era
cobrada dos trabalhadores para sobreviver aumentava gradativamente, para que os
que possuíam menos tempo morressem logo e deixassem lugar para quem tinha
bastante tempo podendo se tornar até imortal pela quantia de tempo que possuía
em mãos. Na nossa sociedade os valores dos produtos sobem aceleradamente e o
seu ganho com o trabalho diário teria de suprir o valor dos produtos, fazendo
com que as pessoas tenham que trabalhar mais, para poder ter uma vida mais
tranquila, diante das contas que tem a pagar para quem vende esses produtos.
Aumentando assim o número de trabalhadores que pelo motivo de ter que trabalhar
mais, acabam adoecendo e muitos morrem ou tendem a se aposentar por invalidez.
Enquanto esses trabalhadores morrem, seus chefes se apropriam de toda a mão de
obra que já tinha feito no local que trabalhava para progredir, e lucram às
custas do trabalho de vários cidadãos.
3)O
que são zonas de tempo no filme? E que semelhança tem com nossa sociedade?
Zonas de tempo no filme era
a subdivisão, da classe pobre com a classe rica. Na nossa sociedade também
temos de algum modo separação das classes mais pobres com as mais ricas. Toda e
qualquer cidade (lugar) que você esteja tem de um lado as famílias mais
carentes muitas morando nas favelas, como são chamadas; e a classe rica,
morando nos centros das urbanos.
Por Maíra Bittencourt, aluna da turma 301
Trabalho de Filosofia
Análise do filme "O preço do amanhã"
Hoje em dia muitos valores estão
perdidos, pessoas com muito, e outros com tão pouco, pessoas com dinheiro de
sobra, bens materiais intermináveis, porém, tão vazias sentimentalmente. Não
acho que vale a pena ter infinitos bens materiais e não ter uma pessoa que
realmente se importe contigo, que não seja por obrigação, tipo familiares, ou
que só se “importe” com você pelo que você tem e enquanto você pode oferecer
algo a ela, eu prefiro ter o suficiente para me sustentar, e não para ficar me
“exibindo” com tanto dinheiro, mas ter pessoas o suficiente que me façam não
sentir uma pessoa vazia, sozinha e abandona, que se preocupem comigo.
Tempo e dinheiro, duas coisas que
na maioria das vezes não se encaixam, por quê? A maioria das pessoas que tem
dinheiro de sobra e tempo de menos, pois se matam trabalhando para conseguir
dinheiro, mas não tem nem ao menos tempo de desfrutar daquilo que conseguiu,
até perdem família, cônjuge, carinho dos filhos, por se importar mais em
conseguir dinheiro do que dar atenção daqueles que estão ao seu redor.
Sobre o filme, o custo de vida
sobe todo o dia, pelo que entendi, na concepção que os mais “ricos” tinham no
filme, é que aqueles que tinham pouco, eram irrelevantes para a sociedade
deles, então só “mereciam” viver para sempre, aqueles que tinham muito a
oferecer a sociedade, eles não queriam alimentar as esperanças daqueles que
tinham pouco, por isso, as zonas de tempo que serviam para guardar “tempo”
faziam empréstimos para as pessoas conseguir mais tempo de vida, mas o custo
subia todo o dia para que justamente eles não conseguissem mais pagar, para
aqueles que tinham mais, serem “imortais”.
Em relação a nossa sociedade,
pessoas estão morrendo, não por falta de tempo, mas sim por fome, falta de bons
recursos oferecidos pela saúde pública, doenças, entre outros, enquanto outros
que têm recursos quando ficam doentes gastam muito tentando se “curar” para ter
mais tempo de viver, e mesmo gastando tanto, ainda tem muito dinheiro. Tiro
disso que pessoas que gastam e preocupam-se tanto investindo em si mesmas,
poderiam ajudar pessoas carentes, fazer doações para ajudar o próximo, mas não
se importam com esses “desconhecidos”. Existem pessoas boas, caridosas, mas se
todo o dinheiro que tem no mundo fosse distribuído corretamente ninguém teria
que passar por dificuldades, pessoas não morreriam de fome, teriam oportunidade
de bom padrão de vida, mas quem se importa?
No filme as “zonas de tempo” são
como os bancos na vida real, elas guardam tempo, mas só para aqueles que têm algo
a oferecer. O banco tem dinheiro, mas só para aqueles que tem como retribuir
seus empréstimos.
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